O perfil hidrológico de Angola, no seu vasto território, é caracterizado por uma distribuição não uniforme da existência de águas, superficiais e subterrâneas, originando que áreas territoriais tenham grande carência, durante períodos significativos do ciclo hidrológico anual.

O significativo número de bacias hidrográficas, internas e internacionais, carece de que a gestão e o aproveitamento integrado dos recursos hídricos existentes, sejam um factor crítico para a satisfação das necessidades da população, e para o desenvolvimento sustentado, não só da agricultura, como da economia e das populações de Angola.

Sendo esta área um dos sectores mais críticos para o futuro sustentável dos Angolanos, o Governo tem desenvolvido estudos e projectos estruturantes, definindo cenários a desenvolver, e de projectos a implementar de acordo com os recursos financeiros internos e internacionais.

A regularização da produção de energia hidroelétrica exige uma gestão e controlo das bacias hidrográficas de acordo com a eficiente utilização dos seus caudais, tanto a nível individual ou como em conjunto, tanto em centrais em operação como no planeamento de novas centrais.

Estas situações requerem que as medições hidrométricas e o volume de água em circulação sejam analisados em contínuo, assim como exigem um permanente acompanhamento da evolução do regime pluviométrico das regiões, fenómeno que têm tido variações significativas nos últimos anos.

A gestão optimizada da utilização repartida do volume da água disponível em Angola, a nível territorial e por sector de actividade, são factores fundamentais para o crescimento sustentado de nação e da sociedade Angolana.

  • IRSEA – Instituto Regulador dos Serviços de Electricidade e de Água
  • INRH – Instituto Nacional de Recursos Hídricos
  • GAMEK - Gabinete de Aproveitamento do Médio Kwanza
  • GABHIC – Gabinete para a Administração das Bacias Hidrográficas do Cunene, Cubango e Cuvelai

  • MINEA – Ministério da Energia e Águas
  • EPAL EP – Empresa Pública de Águas - EP